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Longe da minha terra natal sinto, de uma forma muito especial, tudo o que nela se vai fazendo e admiro o entusiasmo que os seus habitantes e os representantes autárquicos põem em todas as actividades que desenvolvem e o desejo forte de avivar as tradições de um povo que, na sua maioria, vivia do trabalho rural.

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Dia 27 deste mês de Fevereiro haverá o 1º Grande Festival dedicado à divulgação do espargo!

As terras que rodeiam Santa Eulália são férteis em alimentos que noutros tempos matavam a fome a quem tinha menos recursos! O espargo está nessa gama de produtos, oferta da mãe natureza, apanhado com algum sacrifício porque as esparragueiras têm uns picos agressivos.

Eram, geralmente, os rapazes a irem colhê-los para os venderem a quem os pudesse comprar na Aldeia por alguns tostões. Portanto, o espargo sempre foi um alimento de classe que se servia nas mesas abastadas.

Os espargos apanhados nos campos de Santa Eulália são saborosos, macios e sempre foram cozinhados com arte e saber pelas suas gentes!

“Canto a minha terra, a minha gente ! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Todos os forasteiros que visitarem Santa Eulália nesse último sábado de Fevereiro, poderão saborear as mais delicadas formas de cozinhar o espargo!

Tenho a firme convicção de que ninguém deixará de desejar voltar à minha branquinha Aldeia onde sempre será recebido com simpatia e a melhor hospitalidade!

Santa Eulália, minha terra amada
te oferece seu delicioso manjar!
Torta de espargos dourada…
e música para festejar!