A Rua de Alcamim é, por excelência, o Centro Comercial da Cidade Paterimónio Mundial @António Serra
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A Associação Empresarial de Elvas (AEElvas) veio esta sexta-feira, 13 de Novembro, a público na defesa dos seus associados e de uma forma geral de todo o comércio e restauração do concelho de Elvas.

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Eis o comunicado, na íntegra:

Elvas entrará a partir das 00h00 do dia 16 de Novembro, no novo estado de emergência, situação que se manterá até 26 de mês corrente, conforme publicado na Resolução do Conselho de Ministros Nº 96-B/2020. Este estado de emergência “de âmbito limitado” e “efeitos largamente preventivos” não prevê confinamento geral como foi pedido em Março último, mas determina, como concelhos com alta incidência da doença Covid-19, a proibição à circulação na via pública entre as 23h e as 5h nos dias úteis e entre as 13h e as 05h no próximo fim-de-semana, dias 21 e 22 de Novembro de 2020.
No entanto, a AEELVAS considera que o Governo foi mais longe do que se esperava, inferindo uma nova e dura “machadada” ao sector da restauração, e do comércio, impedindo que as pessoas possam deslocar-se, aos fins-de-semana e depois das 13H00 para frequentar aqueles estabelecimentos.

 

A AEELVAS defende que antes da saúde económica e fiscal das empresas, vem sempre a saúde das pessoas.

 

A Associação Empresarial de Elvas manifesta-se por esta via, quer nas associações e parceiros de âmbito nacional, quer aos órgãos locais, como representante dos associados, de forma directa ou indirecta, com o sector em causa, afectados enormemente por este cenário, expressando o seu pedido para que se possa reformular esta posição.
Parte da facturação mensal dos restaurantes e similares e do comércio generalizado é concentrado no período que agora está identificado como “restrito à circulação pública”. Na prática, a facturação diminuirá ainda mais e as consequências mais directas dessa redução significativa serão: mais encerramentos, mais despedimentos, mais ordenados em atraso; mais precariedade laboral.
– A altura do calendário é de grande esforço para os empregadores quando se pensa no pagamento do subsídio de Natal aos colaboradores. Transportando esta rotina anual para a conjuntura difícil que o tecido empresarial vive, é inconcebível que se faça coincidir esta restrição de medidas com o esforço imenso dos empresários em cumprir as suas obrigações legais junto dos seus colaboradores.
A AEElvas entende que o momento é de grande angústia, mas também de decisão rápida, porém, volvidos oito meses já há lições que deviam ter sido tiradas e outras que devemos tirar.

 

Neste sentido, manifestamos o nosso apoio a todos os nossos associados e disponibilizamo-nos para o que necessitarem.

E como diz o lema da AEE: “JUNTOS SOMOS FORTES”, neste momento é assim que devemos estar, juntos, solidários e com entre ajuda, pois apesar do presente ser o que é, o Futuro é já ali …!!!!