Predator B já estão em Talavera La Real
A tripulação do Predator B é composta por um piloto e vários tripulantes, que receberam formação em Espanha e nos Estados Unidos. / MD
   Publicidade   
   Publicidade   

Os dois primeiros Predator UAV chegaram a Morón de La Frontera, em Sevilha, na passada quinta-feira, 12 de Dezembro, a bordo de um gigante Antonov 124 (o maior avião do mundo), com os quais Espanha aumenta a sua capacidade de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR).

   Pub 
   Pub 
   Pub 
   Pub 

O MQ-4B, um derivado do MQ-1 Predator, é um veículo aéreo de reconhecimento estratégico (UAV) com uma autonomia de mais de 27 horas de voo, e pode operar a mais de 15.000 metros de altura. A sua carga útil é composta por um radar e câmaras de infravermelhos que superam os 1.700 quilogramas. Tem mais de 20 metros de envergadura, capacidade de captar imagem e vídeo e vai ser utilizado em missões de inteligência, especialmente de vigilância. Entre as missões que podem ser realizadas, estão a avaliação de danos tácticos, designação de alvos, apoio a missões de resgate, observação de situações como crises humanitárias, vigilância e controle de fronteiras, prevenção de incêndios e combate ao terrorismo e crime organizado.

Primeiros componentes do Predator chegam a Morón
Cheegada dos primeiros componentes do Reaper à Base de Morón de la Frontera, num Antonov 124 / DR

A tripulação do Predator B é composta por um piloto e vários tripulantes que operam por controlo remoto a partir de terra. Estas equipas receberam a formação necessária para poder operar estes veículos aéreos ao longo dos últimos meses, de acordo com informação do Ministério da Defensa Espanhol.

A Base Aérea de Talavera (ALA 23) procedeu à construção de um hangar com quatro posições, três para estacionamento e uma quarta para tarefas de manutenção. Os Predator B vão ser operados pelo Esquadrão 233 na ALA 23 e também por um destacamento no Aeródromo Militar de Lanzarote, nas ilhas Canárias.

Os quatro veículos aéreos e as duas estações terrestres, adquiridas pela Força Aérea de Espanha, designados por NR5 (N para Não Tripulado e R para Reconhecimento), orçaram num montante de 158 milhões de dólares.