Campo Maior constrói Laço Azul humano contra Maus-Tratos

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A Vila de Campo Maior disse bem alto esta manhã de quinta-feira, 28 de Abril, que os Maus-Tratos nas crianças e jovens, NÃO devem existir, tendo levado a cabo uma caminhada que culminou com a construção de um Laço Azul pela causa.

A concentração de jovens de toda a comunidade escolar campomaiorense aconteceu no Jardim Municipal onde estiveram também presentes o Presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, Juiz Conselheiro Armando Leandro, o Presidente do Município de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, o Presidente do Grupo Delta Cafés, Comendador Rui Nabeiro, e a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) local, liderada pela Vereadora Isabel Raminhas, entre outras entidades e convidados.

Depois de algumas manifestações artísticas – onde foi contada uma história sensibilizando as crianças – houve tempo para alguns testemunhos, sendo então estendido o convite a todos a rumarem ao Estádio Capitão César Correia onde foi construído um enorme Laço Azul com todos os presentes, como forma de sensibilizar petizes e crescidos para o problema dos Maus-Tratos.

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O Juiz Conselheiro Armando Leandro, esclareceu que a missão da CPCJ passa por “consciencializar toda a sociedade da inadmissibilidade dos maus tratos e da essencialidade dos Direitos Humanos das Crianças” dado que “está cada vez mais provado, pela ciência e pela experiência, que os primeiros anos de vida são fundamentais para a estruturação da personalidade da criança”. Armando Leandro referiu depois que “é preciso que os seus direitos sejam consciencializados, o direito ao amor ao seu direito integral, à família à educação, à interiorização dos valores para que tenha qualidade a sua infância”.

O Juiz Conselheiro frisou ainda que “o que contraria muito a qualidade da infância são os maus tratos no sentido do desrespeito pela dignidade da criança”.

Por sua vez o Comendador Rui Nabeiro chamou a atenção para uma “maior atenção e estudo ao problema guerra, bomba, mata, esfola” pois “isso traz nas pessoas uma certa inquietação”.

Isabel Raminhos referiu o trabalho que a CPCJ desenvolve na procura de incentivos que levem “os pais a trabalhar mais com as crianças”.