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Terça-feira, Dezembro 10, 2019
Arthur Eddington_- the champion of relativity

Arthur Eddington – uma das mais importantes figuras da história da ciência

O eclipse de 1919 A primeira imagem, ou o primeiro vislumbre, de um buraco negro, foi divulgada a 10 de Abril de 2019 pelo projecto Event Horizon Telescope. Inicialmente os...
Zebra

Espreitar para dentro da caixa negra da Inteligência Artificial

Como é possível que surja, nos grupos de peixes, a formação de cardumes com padrões de organização tão intricadamente complexos? Para muitos cientistas, esta questão constitui um enigma matemático...
Helena_Nogueira

Estudo revela que o ambiente contribui para as diferenças de género na actividade física...

O ambiente local – social e construído – promove modelos de discriminação na prática desportiva infantil baseada no sexo, contribuindo bastante para a obesidade em meninas. A conclusão é...
Info_percevejo_asiático

Investigadores da FCTUC realizam campanha de sensibilização sobre praga do percevejo asiático

Numa altura em que se discute intensamente o combate à vespa asiática (vespa velutina), «existe outro insecto muito problemático, o percevejo asiático (Halyomorpha halys), que, com certeza, nos vai...

Henrietta Leavitt – A astrónoma que nos deu uma régua para medir o Universo

Um céu pouco profundo Os objectos celestes estão tão longe que, quando olhamos para o céu nocturno, não conseguimos ter uma noção de profundidade. Para além disso, as estrelas têm...
O romantismo surgiu no século dezoito da imaginação de poetas, artistas e filósofos, trazendo ideias como a existência de uma alma gémea e como um casal ser composto por duas caras metades. Esta é uma analogia interessante para descobertas publicadas recentemente na revista científica Neuroimage por dois cientistas da Universidade de Bangor. O artigo descreve como uma região específica do cérebro está associada ao reconhecimento de interações entre duas pessoas, em vez da identificação de indivíduos separados. Jon Walbrin, um dos autores do estudo que atualmente trabalha no Proaction Lab na Universidade de Coimbra, explica que o objetivo da investigação era explorar se alguma região do cérebro identificaria duas pessoas como uma “unidade” completa. O estudo foi conduzido em voluntários, cujos cérebros foram examinados através de ressonância magnética. Durante o procedimento observaram dois tipos de vídeo: um onde duas pessoas interagiam entre si e outro onde um único indivíduo “interagia sozinho”. Ao comparar resultados, os investigadores descobriram que apenas uma região do cérebro, a chamada área do corpo extra-estriada (EBA), era sensível às diferenças entre os vídeos. “Esta região é sensível a informação interativa adicional quando duas pessoas interagem juntas, mas não quando uma delas interage sozinha”, diz Jon Walbrin. Os investigadores usaram um método denominado aprendizagem automática. “Se quisermos ensinar a uma criança a diferença entre uma maçã e uma laranja, mostramos por exemplo quatro fotografias e dizemos isto é uma maçã, e outras quatro fotografias, dizendo isto é uma laranja”. Walbrin descreve que para testar se a criança aprendeu os conceitos há que lhe apresentar novas imagens dos frutos que ela nunca viu e perguntar-lhe o que é. Se ela responder corretamente, significa que aprendeu a diferença entre os dois. “Nós fazemos algo parecido com a informação cerebral. Alimentamos um algoritmo com padrões das respostas cerebrais para diferentes categorias”. Até recentemente a maior parte da investigação que testou respostas na EBA estava focada em corpos individuais, mas esta equipa mostrou que a região cerebral é sensível não apenas a estes, mas também à interação de pessoas como uma unidade só com um significado maior que apenas a soma dos dois indivíduos. Esta descoberta é um passo importante na compreensão de como o cérebro processa interações complexas entre pessoas. “Para além de ficarmos a saber mais sobre esta habilidade humana fantástica, investigação futura poderá ajudar a compreender problemas de processamento de informação em pessoas com perturbação do espectro do autismo ou esquizofrenia”, acrescentou o investigador. Jon Walbrin está atualmente a estudar respostas seletivas por categoria a objectos, corpos e interações humano-ferramenta no cérebro. Ele utiliza um método de análise de padrões multivoxel para procurar padrões de atividade em regiões específicas do cérebro e deduzir o seu papel funcional. Ana Sousa Gabinete de Comunicação de Ciência e de Gestão de Projetos, Proaction Lab Faculdade de Psicologia e Ciências Sociais, Universidade de Coimbra Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva

Um cérebro romântico: quando duas pessoas se tornam numa só

O romantismo surgiu no século dezoito da imaginação de poetas, artistas e filósofos, trazendo ideias como a existência de uma alma gémea e como um casal ser composto por...
Figura 1 - Céu a sudoeste pelas sete horas da madrugada de dia 21

O céu de Outubro de 2019

Este mês de eventos astronómicos é demarcado pela passagem da Lua junto a Júpiter: primeiro na noite de dia 3 e depois no dia 31, Aquando do quarto crescente de...

Microplásticos encontrados pela primeira vez em pinguins na Antárctida

Não são boas notícias. A poluição por microplásticos já chegou à Antárctida, revela um estudo da Universidade de Coimbra (UC) publicado hoje na revista Scientific Reports, do grupo Nature. Uma...
Proteína-anticancro-promove-resistência-tumoral

Proteína anticancro promove resistência tumoral

A falta de oxigénio, ou hipoxia, é um factor de stress biológico que surge em circunstâncias diversas, tais como a cicatrização ou os acidentes vasculares cerebrais (AVC). Para reparar...
Outono

Curiosidades sobre o Equinócio do Outono

Cerca das 8h50m, hora de Lisboa, do passado dia 23 de Setembro, o nosso planeta passou por um dos dois momentos da sua trajectória ao redor do Sol, em...

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