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FWS – Flexible Workforce Solutions

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Somos todos diferentes e ainda assim partilhamos muitas crenças. Uma das crenças que partilhamos é que a chefia é alguém carrancudo, de difícil acesso, que só toma decisões e que deve saber tudo. Quando ouvimos expressões do tipo: “o chefe até é boa pessoa, preocupa-se com a sua equipa” ou “tivemos um jantar de empresa e a nossa chefe até se juntou a nós a seguir ao jantar e fomos todos sair”. Vejam que estas expressões de espanto, em relação ao comportamento de alguém que ocupa um cargo de chefia, revelam uma crença nossa que se refere à percepção que nós temos sobre como se deveriam comportar as chefias. Como se comporta um chefe?

Assim, a mensagem é que devemos ser nós mesmos e, ainda mais quando desempenhamos funções de chefia e responsabilidade, o exemplo aos olhos da nossa equipa. Devemos guiar o nosso comportamento pela expressão: “ se eu algum dia for chefe quero ser como o meu chefe” e não o contrário. A responsabilidade de sermos nós implica, obrigatoriamente, uma reflexão e melhoria constantes porque há sempre margem de fazer bem e de fazer melhor.

Cristina Leal Azinhal
Cristina Azinhal, Socióloga, especialista em gestão de talento

Lembremos que o orienta os nossos comportamentos, são as nossas motivações e as nossas motivações estão enraizadas nas nossas crenças e atitudes perante as situações. Assim, se eu sou uma pessoa atenta às pessoas que me rodeiam e procuro constantemente procurar um bom ambiente, devo ter o cuidado de não cair no exagero, ignorando os conflitos existentes, passando a ideia de que o trabalho é uma brincadeira constante e que temos que estar sempre a rir, falando demasiado das nossas opiniões e da nossa vida pessoal e, outros comportamentos que têm na origem um desejo de bom ambiente de trabalho. O que é que exagero para que a minha equipa goste de mim?

Por sua vez, se a minha motivação é que o trabalho que pedi apareça feito o mais rápido possível, devo ter em atenção o tipo de trabalho que pedi e ser realista em relação aos tempos necessários para o cumprimento do trabalho, bem como, às tarefas que essa pessoa/equipa têm, evitando o exagero da disponibilidade e boa vontade das pessoas e a arrogância de que como fui eu que pedi, tem que aparecer feito quando eu quero.

O novo paradigma da liderança apresenta e identifica um líder cuja principal preocupação é desenvolver e aperfeiçoar as competências da sua equipa e passar o testemunho da responsabilidade.

Se eu sou responsável eu tenho a habilidade de dar respostas (resposta + habilidade = responsabilidade).

Tarefa: Pare e Reflicta sobre a última vez que se sentiu frustrado com a sua equipa. O que é que fez nessa situação? Como reagiu? Se fosse hoje, mudaria algo na forma como geriu a situação?

Sugestão: As nossas acções são sempre motivadas por algo maior. Assim, o que importa descobrir é o que é que me motivou a agir daquela forma?