Opinião - Graça Amiguinho
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É tempo de estarmos atentos e não nos deixarmos iludir com doces palavras, que nos poderão trazer verdadeiros amargos de boca.

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As eleições autárquicas estão à porta e, em consciência, cada um de nós deve fazer uma avaliação imparcial do que nos rodeia, das pessoas que têm servido o nosso País e das que o pretendem fazer, não esquecendo o que é fundamental e analisando, cuidadosamente, quem nos pode conduzir por caminhos de Progresso, Paz e Segurança.

Nas últimas eleições para a Presidência da República, após serem conhecidos os resultados, o meu coração chorou de tristeza pelas escolhas feitas por muita gente do meu Alentejo, acreditando em falsos profetas, bem-falantes e enganadores, camuflados com capas de solidariedade quando, na verdade, os seus verdadeiros objetivos são a destruição do estado Democrático e o regresso ao Fascismo, do qual tantas saudades têm, e que a maioria dos portugueses da minha geração não pode esquecer os tempos de miséria que viveu.

Elvas deverá estar de sentinela e não se deixar ludibriar. Trocar o caminho certo pelo duvidoso é sempre um risco. Claro que a liberdade de escolha é um direito adquirido que o 25 de Abril nos ofereceu, assim como o direito de voto das Mulheres, que na Ditadura Fascista eram impedidas de o usar.

Cuidado com os “lobos com pele de cordeiro” e com quem tem ânsia de voltar ao Poder, não se conformando e tudo fazendo para o recuperar e denegrir o bom trabalho que tem sido feito e tem “Elevado Elvas” a um patamar digno de registo, tanto a nível nacional, como internacional.

A nossa cidade de Elvas, na sua beleza e simplicidade, é um cartaz lindíssimo que atrai os olhares do mundo e incita os turistas a percorrerem o seu património Militar e Religioso, cuidadosamente preservado.

Que todo o trabalho feito em Elvas seja motivo de orgulho para os Elvenses que vivem dentro de portas, como para os que, como eu, a observamos e amamos, de longe.

Os últimos anos foram de paragem, a todos os níveis, pelas razões sanitárias que afetaram o mundo.

A nossa cidade precisa de gente que a governe com espírito aberto, com iniciativas firmes de ordem económica, social e cultural, permitindo que prossiga no caminho da prosperidade, atraindo investidores, desenvolvendo a agricultura, a indústria, o comércio, promovendo o bem–estar das populações com menores recursos financeiros, apoiando a juventude no prosseguimento dos estudos e na especialização profissional, para que a desertificação tenha uma paragem acentuada e haja condições favoráveis para todos os Elvenses poderem viver e trabalhar na sua terra.

De longe, desejo que façam a melhor escolha e que Elvas seja motivo de orgulho para todos os que nela nasceram.

Eu amo Elvas, a minha linda cidade, que quero ver progredir!