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Falar de Elvas e esquecer quem, no seu dia a dia, a eterniza com belos escritos em prosa ou poesia, é menosprezar o que de mais puro há no íntimo do nosso povo.

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Só os grandes ideais podem ultrapassar barreiras, construir novas mentalidades e incentivar à união, progresso e liberdade.

A nossa cidade de Elvas é rica em Monumentos mas ainda mais rica em Pessoas!

Pessoas anónimas, pessoas simples, que guardam dentro do seu coração, valores que desejam transmitir às gerações vindouras, falando do passado, do presente e prevenindo o futuro.

E sabem fazê-lo com arte e graciosidade, com imaginação e encanto, muitos sem grande preparação académica, outros com bases firmes e conhecimento profundo da língua portuguesa na sua mais bela expressão – a poesia.

Desde alguns meses, a esta parte, contactei, de perto, com muitos filhos desta cidade ancestral e deles nunca mais esquecerei os nomes nem os seus escritos.

“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Descobri grandes escritores de prosa e poesia, aos quais presto tributo.

Muitos deles participaram na Colectânea Elvas à Vista, lançada em 12 de janeiro deste ano e outros se vieram juntar a nós na Colectânea Eurocidade-Badajoz, Elvas, Campo Maior, que será apresentada, pela primeira vez, em 14 de setembro próximo, em Santa Eulália, a terra onde tive a felicidade de nascer.

Não poderei aqui escrever tudo quanto gostaria, mas deixarei registados os nomes dos escritores de Elvas, dos que vivendo em Elvas, a adotaram como sua, e ainda de outros naturais de concelhos vizinhos.

Ana Maria Bartolomeu Foles (falecida) Ana Maria Duque, António Martins Matos, António da Graça Henriques, António Luís Sengo, Arlete Calais, Catarina Velhinho, Conceição Melão, Estilita Candeias, Francisco Rasquilha, Georgete Trindade Coelho, Graça Maria Mendes, Higino Maroto, Humberto Nepomuceno, João Velez Vinagre, José Passarinho, José Chilra, Luísa Currito, Manuel Barbas Calvo, Manuel Amiguinho Mantas, Manuel Cigarro Nepomuceno, Graça Foles Amiguinho, Graça Dórdio Dimas, Fátima Barradas Freitas, Maria Elvira Crespo, Maria Joana Quarenta, Maria José Sousa Henriques, Maria Suzel Patrão, Maria Violante Fróis, Matos Serra, Nuno Franco Pires, Pedro Inocêncio, Rosa Guerreiro Dias, Tânia Morais Rico, Tiago Picão de Abreu, José Lagartinho, Anabela Tinta-Fina Cartas, António Nepomuceno Rodrigues, Carlos Beirão, Carlota Almeida Direitinho, Conceição Vintém, Arlinda Vintém, Cristina Caravela, Guilherme Cortes, Fernando Fitas, Idaulina Borrega Rosa, Jorge Grifo, Joana Rodrigues, José Pais de Carvalho, Luis Leal, Lurdes Almeida, Maria Amélia Carneiro, Maria Antónia Lagartinho, Maria de Jesus Meira, Maria Francisca Ferreira do Nascimento, Paula Sanchez, Pedro Sereno, Risoleta Pinto Pedro, Roberto Dores, Rui Amiguinho, Sandra Raposo Tenório, São Silveirinha, Moisés Caetano Rosado, Antonia Cerrato, Clara Jiménez, Aurora Vegas, Carmen Mateos Palacios, Emilio Romman Gálan, Juan MatillaÁlvarez.

Perante tal número dos que, no seu dia a dia, cultivam o gosto pela escrita em qualquer das suas vertentes, será possível pensar, a curto prazo, na criação de uma «Associação de Escritores Elvenses» que poderá integrar todos os escritores que não tenho o gosto de conhecer de perto, mas que nela queiram entrar.

Há ideias que poderão dar grandes frutos e trazer à Cultura Elvense mais dinamismo e força, de forma que seja olhada com o respeito e admiração que lhe são devidos.

Vamos deitar mãos à obra, pois todos os sonhos se podem tornar realidade, quando existe vontade!