Elvas, muralhas
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Minha cidade tão bela e antiga, com tantos momentos de glória no passado, hoje vive atacada por gente indigna, de tudo capaz: caluniar, apunhalar pelas costas, difamar.

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Por vezes nem quero acreditar que sejam filhos seus, os algozes que queimam nas redes sociais, de uma forma propositadamente ignorante, os seus representantes legais, escolhidos pelo povo, pessoas honestas, dedicadas e respeitadoras das regras morais e sociais.

É certo que causam incómodo e angústia pela tentativa de perturbar a mente e o trabalho de quem exerce as suas funções como representante de todo o concelho.

As palavras são como o vento

“Canto a minha terra, a minha gente ! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

As palavras são como o vento. À sua frente arrastam o que é bom e o que é deplorável. Quem as diz ou as escreve deveria medir as consequências que acarretam.

Na vida nem tudo se pode fazer e dizer. Há um limite que a boa educação e o bom senso marcam com rigor.

Só mercenários podem pôr os seus serviços às ordens de gente ainda mais execrável que eles. Pelo dinheiro ou por ressabiamento, de tudo são capazes.

Quanto trabalho há por fazer para se alcançar a verdadeira CIDADANIA!

Todo o cidadão tem o direito ao respeito e ao bom nome, assim como lhe assiste o direito inalienável de se defender e exigir a reparação dos danos morais causados quando a sua honra é espezinhada pública e injustamente.

Elvas merece ser dignificada e amada. A ganância de alcançar o Poder não justifica os meios hediondos usados por quem se oculta na sombra de um cobarde que ousa conquistar adeptos à custa de falsos testemunhos.

Que a luta entre partidos concorrentes às próximas Eleições Autárquicas seja frontal e honesta e que Elvas saiba escolher quem dê provas de coerência de atitudes, não se deixando ludibriar por falsos profetas cujo intuito é semear o caos.