Elvas | Mocinha esclarece candidatura da polémica e rejeita responsabilidade

Nuno Mocinha, ex-Presidente da CME
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O ex-autarca elvense, Nuno Mocinha, rejeita responsabilidades pela não candidatura para reconversão de Áreas de Acolhimento Empresarial – fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e vai mais longe referindo “eu fiz aquilo que estava ao meu alcance fazer”, depois de se sentir acusado de responsável pela queda da candidatura no valor de seis milhões de euros.

Em conferência de imprensa esta quinta-feira, Mocinha detalhou os acontecimentos de uma candidatura (com fundos do PRR a 100%) que decorreria em duas fases. Numa primeira fase foi manifestada intenção de candidatura (posteriormente aprovada) para financiamento que rondava os 5.940.000 euros.

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Proc PRR 5,9 milhões euros
Relação de processos transferidos para o actual Executivo

Este investimento permitiria a instalação de painéis fotovoltaicos (perto de quatro milhões) numa área de 4 hectares; uma estação de produção e armazenamento de hidrogénio verde (um milhão e duzentos mil euros) bem como unidades autónomas de produção e armazenamento de hidrogénio verde (reservatório – 140 mil euros) e dois postos de abastecimento: um de abastecimento de hidrogénio verde e um outro para abastecimento de veículos eléctricos.

Ouça aqui o seu esclarecimento

Ofício da tranbsferência de docierNuno Mocinho deixa ainda um alerta para outra situação que é o aviso para candidatura a “Acessibilidade 360, um país para todos”  um país para todos que “vai até Maio”, destinado a um programa de intervenção em vias públicas, edifícios públicos e habitações privadas com o objectivo de aumentar as respectivas acessibilidades e torná-los operacionais para as pessoas com mobilidade reduzida.