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Se há sentimento que tenho cultivado no meu coração, desde que me conheço, é o da gratidão.

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Por vezes, há ditados que nos caem em cheio nas nossas vidas. Outros, porém, existem, mas neles não nos revemos.

Diz o povo que «santos da casa não fazem milagres» ou que «ninguém é rei na sua terra».

Nem um nem outro posso aceitar porque, não sendo «santa» nem tendo pretensões de «reinar», a minha terra acolhe-me de braços abertos e nela me sinto como se dela nunca tivesse abalado.

Com esta reflexão estou a falar da agitação muito positiva que se gerou à volta da Colectânea Literária e Artística Elvas à Vista, lançada no passado dia 12 de Janeiro no Cineteatro de Elvas.

Como atrás referi, agradecer é o sentimento que me invade e dele devo fazer eco para que chegue a todos os que se envolveram neste belíssimo projecto cultural.

“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Começarei por dizer a todos os filhos e amigos de Elvas que constituem os 40 autores desta obra que, por terem acreditado que seria possível unir vontades e saberes, à volta de uma cidade que amamos e à qual desejamos um progresso contínuo, para sempre ficarão na minha história de vida, pois com eles construí um sonho maravilhoso e único, na vida cultural desta urbe alentejana.

Obrigado, à Câmara Municipal de Elvas que acolheu o pedido para cedência de um espaço emblemático e tão lindo, onde o evento se realizou, deu todo o apoio logístico, e, principalmente, por ter incluído este evento na Programação das Comemorações dos 360 anos da Batalha das Linhas de Elvas.

Obrigado, aos órgãos de comunicação social, Elvasnews, Linhas de Elvas, Rádio Elvas e Perspectiva, que não se cansaram de divulgar este acontecimento literário e artístico, dando-lhe uma projecção que realçou de uma forma majestosa, o seu valor.

Obrigado, à Delta Cafés que se prontificou a fazer um cartaz e flyers do espectáculo programado para o efeito, promovendo, também, o acontecimento.

Obrigado, a todos os autores que generosamente contribuíram, das mais variadas formas, para que, as despesas inerentes ao evento, pudessem ser colmatadas e providenciaram a decoração do espaço e apoio no Porto de honra oferecido.

Obrigado, aos grupos convidados, Roncas de Elvas, Cantores dos Santos Reis, Coral Públia Hortênsia de Castro e Xumbo Torto pela participação gratuita e tão valiosa.

Obrigado, aos autores António C. Martins Matos, José Manuel Jesus Silva e Conceição Branco Melão, pelos vídeos feitos e divulgadores da Colectânea.

Obrigado, ao autor José Manuel Jesus Silva pelo contacto com a RTP, permitindo que, através do Programa de José Candeias, a nossa obra fosse ouvida em todo o mundo.

Obrigado, aos autores Graça Dórdio Dimas e João Fernando Velez Vinagre pela extraordinária colaboração dada no Lançamento da Colectânea.

Obrigado, de todo o coração, à cantora Berta Miranda, aos músicos Nuno Cirilo e Alexandre Gomes que, com a maior alegria, se dispuseram a aprender novas melodias e poemas da nossa Colectânea Elvas à Vista, escritos por muitos dos poetas que nela participam, assim como ao autor Tiago Picão de Abreu, a sua belíssima prestação, cantando dois dos seus poemas.

Obrigado, Dr Carlos Beirão, por me convidar a levar todo o encanto e beleza da Colectânea Elvas à Vista, ao Clube de Leitura de Badajoz.

Por fim, o meu muito obrigado, à população de Elvas, aos meus amigos de longe, que vieram com entusiasmo ter comigo, aos antigos colegas de escola que não via há dezenas de anos, a uma colega de Malvar que foi minha aluna há 54 anos e que de mim não se esqueceu, aos anónimos que aplaudiram esta obra, a compraram e a procuram com interesse, aos amigos das redes sociais que vivem com intensidade as notícias que divulgo, a todos, OBRIGADO!