© Manuel Martins
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A sua fundação perde-se na bruma dos Séculos, do que não restam dúvidas é da sua origem ser remotíssima, pois os cartagineses, os romanos, os alanos, os suevos e os mouros, quando vieram à Península, já tinham noticia desta povoação, atraídos pelo ameníssimo clima da Lusitânia, tê-la-iam habitado cerca de 1000 anos Antes de Cristo.

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Tomada aos Árabes em 1166 por D. Afonso Henriques, foi perdida depois, reconquistada em 1200 por D. Sancho I, novamente voltou ao poder dos muçulmanos, D. Sancho II retomou-a em 1226, abandonando-a logo a seguir, mas em 1229, ano em que lhe concedeu Foral, ficou definitivamente incorporada no território português.

Em 1513, D. Manuel I confere-lhe o título de Cidade e em 1570, D. Sebastião elevou-a a Sede Episcopal, extinta em 1882.
Celebraram-se no castelo de Elvas, em 1361, umas Cortes que ficaram históricas por nelas ter falado, pela primeira vez, o Povo.

A história de Elvas está ligada à Independência, em 1336, o Rei de Castela Afonso IX, sogro de Afonso IV, cercou Elvas, mas não conseguiu tomá-la (Batalha do Salado).

Elvas teve uma importância capital na Guerra da Restauração, aqui foi D. João IV proclamado Rei em 3 de Dezembro de 1640.

Mas o maior feito heróico, a que o nome de Elvas está ligado, é a Batalha das Linhas de Elvas, que teve altas consequências morais e materiais para os portugueses, vindos da esplêndida vitória alcançada no dia 14 de Janeiro de 1659.