Brasão de Armas da Cidade de Elvas
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Escudo Português representando, em fundo vermelho, um cavaleiro com completa armadura de ferro, elmo de ouro, aberto e no alto um penacho de plumas.

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O cavaleiro, que se crê seja D. Sancho II (conquistador de Elvas aos Mouros em 1226 e à qual concedeu Foral em 1229) está voltado à esquerda.

Saio comprido, espora e estribo, na mão direita segura a espada, com a ponta um pouco voltada para si, na mão sinistra um estandarte branco encostado ao ombro, com cinco escudetes (ou quinas) dispostas em cruz, com esta mão segura também as rédeas.

O cavalo galopa à esquerda, patas da frente levantadas e as traseiras assentes no solo (verde), a cabeça emplumada, gualdrapa de ouro, que o cobre totalmente do pescoço às canelas, cinco escudetes na parte correspondente à garupa e três ordens de outros cinco em distâncias simétricas horizontais, na extremidade pendente da gualdrapa.

Entre a primeira e a última palavra da legenda, uma cruz pátea, na dimensão das letras latinas da mesma legenda.

Circundando o brazão, o colar da Ordem Militar da Torre e Espada, por em 1930, por decreto de 5 de Fevereiro, a Bandeira Municipal ter sido condecorada com o grau de oficial da mesma ordem e aparece desde então com a coroa mural.

Bordadura contendo a partir da esquerda o versículo bíblico, salmo de David:

CUSTODI NOS DOMINE UT PUPILLAM OCULI
(GUARDAI-NOS SENHOR COMO À PUPILA DO OLHO)