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F-16 larga tanques de combustível exterior antes de aterrar, de emergência, em Beja

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Lockheed Martin F-16AM Fighting Falcon, FAP / Arquivo
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Um avião Lockheed Martin F-16AM, da Força Aérea Portuguesa (FAP), registou na passada terça-feira, 19 de Setembro, um problema no motor – durante um voo de rotina – e o piloto foi forçado a largar os tanques de combustível externo, como medida de prevenção antes da aterragem de emergência na Base Aérea nº 11, em Beja.

Os tanques de combustível, que estavam vazios, acabaram por cair próximo de zona habitada, nas imediações da cidade de Évora.

Em declarações ao Diário do Sul, o porta-voz da FAP, tenente-coronel Manuel Costa, disse que “a aeronave foi forçada a aterrar de emergência no Aeroporto alentejano devido a problemas no motor durante um voo de rotina”.

O mesmo responsável salientou também o acto deste “tipo de emergência”, determina que a aeronave “tem de largar os tanques de combustível, que (neste caso) estavam vazios”. O oficial militar, citado pelo diário eborense, acrescentou ainda que “o piloto tentou largar os tanques numa zona onde não pudesse haver risco para as populações” e após contacto das autoridades com os proprietários do terreno os “militares da Base de Beja fizeram a recolha dos tanques”.

Lockheed Martin F-16AM Fighting Falcon, FAP / Arquivo

Os caças (Flighting Falcon) F-16AM integram as Esquadras 201 “Falcões” e 301 “Jaguares”, estacionadas na Base Aérea nº 5, em Monte Real, e destinam-se à Luta Aérea Defensiva e Ofensiva. Diariamente quer os Falcões quer os Jaguares “mantêm um elevado estado de prontidão na protecção do espaço aéreo nacional contribuindo para a manutenção da soberania nacional”, refere a FAP.

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