Início Opinião Graça Amiguinho Quem muito fala … – Dois anos do Governo Socialista

Quem muito fala … – Dois anos do Governo Socialista

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Diz o povo na sua sabedoria que: “Quem muito fala, pouco acerta!”

Tantas vozes por aí andam falando, falando depreciativamente do Governo de Portugal!

Lembro-me muitas vezes da fábula da «raposa e das uvas»!

Quando a inveja comanda o espírito das pessoas, não conseguem ter humildade e honestidade para avaliar com isenção o trabalho feito nos últimos dois anos.

Os resultados obtidos por esta governação socialista, apoiada pelas esquerdas, são de tal forma relevantes que não podem passar despercebidos ao mais simples cidadão, quanto mais, aos políticos que fazem parte da oposição.

O cidadão comum, como eu, que sentiu na pele a pressão dos cortes nas pensões, a crise de desemprego dos filhos, está, sem sombra de qualquer dúvida, feliz com o rumo que Portugal tomou e reconhecidamente agradece ao Primeiro-ministro e seus ministros, todo o empenho demonstrado para que a vida dos pobres se tornasse menos dura e o progresso se note sem ser preciso usar lentes de aumento.

“Canto a minha terra, a minha gente ! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Evidentemente que a perfeição é sempre uma utopia e impossível de alcançar. Contudo, o balanço que podemos fazer é francamente positivo e desejamos, veementemente, que o Governo siga em frente o seu projeto de colocar Portugal na linha da frente da Europa e nunca mais na cauda.

A mesquinhez e a maldade aproveitam as pequenas coisas para atirar pedras e censurarem despudoradamente o Governo.

É deprimente o mau exemplo dado ao país por certa classe de políticos.

Sabemos que não há santos nem pecadores. São pessoas que se dispõem a servir a causa pública, são muito bem pagas para o fazer, por todos nós, por isso mesmo deveriam procurar ser mais honestos e educados.

A Democracia é um sistema político muito complacente com a liberdade de expressão de pensamento, permitindo, muitas vezes, que a retórica seja manipulada de forma a influenciar a opinião pública.

Ouve-se por aí afirmar que o Governo fala pouco e demora a responder a algumas provocações. O que seria melhor? Termos «galos» no poleiro ou «formigas » no celeiro?

Para falar a toda a hora e de tudo o que lhe vem à cabeça, o país já tem que baste. Precisamos de governantes que tenham tempo para trabalhar, estudar as necessidades do país, ouvir as reclamações justas dos trabalhadores, dialogar com as partes envolvidas e encontrar as melhores soluções.

Este Governo tem feito tudo isso com ponderação e inteligência, contra a vontade de alguns que desejavam e desejam que se afunde e não cumpra os compromissos assumidos.

Muito se têm esforçado para minimizar os sucessos alcançados tanto fora como dentro de Portugal.

Mas como quem age por bem, merecida recompensa tem, Portugal é apontado como um exemplo a seguir pela sua capacidade de gerir as finanças públicas, reduzir o défice, diminuir a dívida pública e aumentar o emprego.

Destes sucessos alcançados pouco fala a comunicação social, escrava das forças dominantes nos negócios e de quem depende financeiramente.

São cidadãos anónimos que ousam falar da realidade que vivemos e se sentem com obrigação moral de realçar os aspetos positivos da governação presente.

Portugal será aquilo que a maioria dos portugueses quiser que seja e será sempre o povo a decidir qual o melhor rumo a seguir. Depois de uma experiência negativa e dolorosa, só quem andar de olhos vendados pode acreditar que é com fome e miséria que o nosso País é respeitado.

Lamenta-se que, quem tem tão altas responsabilidades políticas demonstre, nos últimos tempos, o propósito de levantar poeira e agitar o falatório, tentando criar instabilidade política.

A História registará todos os atos.

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