António Costa, Primeiro Ministro
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O primeiro-ministro, António Costa, anunciou hoje que a Reunião do Conselho de Ministros desta sexta-feira aprovou, sem qualquer alteração, o decreto de lei do Estado de Emergência e adiantou que será gradual em termos de abertura de actividades.

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Esta manutenção é explicada por duas razões fundamentais: as medidas adoptadas têm produzido os efeitos desejados no controlo da pandemia e na redução e estabilização do factor de transmissibilidade da covid-19.

Éramos o pior país da União Europeia, agora estamos na décima terceira posição, mas longe de alcançarmos os resultados desejados”, destacou.

A segunda razão, explicou Costa, é a permanência de uma influência elevada pela nova variante britânica do coronavírus em Portugal.

Desta forma, Costa reiterou que “este ainda não é o tempo do desconfinamento” e apela à “prudência”.

Questionado pelos jornalistas, António Costa explica que, daqui a 15 dias, será apresentado um plano do desconfinamento do país, semelhante àquele apresentado há um ano.

Este plano será iniciado pela abertura das escolas, explicou Costa, sublinhando que o encerramento dos estabelecimentos de ensino causou um dos maiores factores de desigualdade.

“Será um plano gradual e, no qual, serão abrangidas sucessivas actividades. Será guiado por um conjunto de critérios objectivos”, explica o primeiro-ministro, prometendo a comunicação ao país no dia 11 de Março.

António Costa considera ainda que há a necessidade de “evitar confundir cidadãos com mensagens sofisticadas que podem induzir comportamentos em erro”.

“Falarmos do desconfinamento é distrair os cidadãos do essencial”, disse Costa, sublinhando que é preciso focar-nos no essencial, ou seja, a manutenção das actuais medidas.

“Estamos melhor que há uma semana, há quinze dias, há um mês, mas bastante pior do que quando desconfinámos em Maio”, reitera.