Canadair CL-415 - Protecção Civil
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O Conselho de Ministros desta quinta-feira, 4 de Março, presidido pelo Presidente da República, aprovou um conjunto de diplomas com vista à reforma do sector florestal, no quadro da valorização do território nacional, entre os quais a aquisição de meios aéreos próprios do Estado.

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No comunicado é descrita a “Resolução que aprova a aquisição de meios aéreos próprios e permanentes do Estado, incluindo 6 helicópteros ligeiros, 6 helicópteros bombardeiros médios e 2 aviões bombardeiros anfíbios pesados, e a locação dos meios aéreos para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais para o período de 2023 a 2026. Por esta via, assegura-se a estabilização dos meios aéreos afetos ao dispositivo de meios aéreos de combate aos incêndios rurais, que passarão a assentar numa conjugação entre meios próprios e locados.”

De acordo com declarações do Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, parte desta compra será feita com recurso à famosa “bazuca” europeia, num “investimento de 156 milhões de euros”.

Segundo o governante 70 milhões de euros sairão do Plano de Recuperação e Resiliência (a “bazuca”) e destinam-se a financiar a capacidade aérea do combate aos incêndios e do REACT, um outro programa europeu criado como resposta de emergência para a pandemia.
Por sua vez os dois bombardeiros (Canadair), esclareceu Eduardo Cabrita, serão pagos com recurso ao mecanismo europeu de Protecção Civil que visa financiar a aquisição destas aeronaves em 90%.

O Ministro garantiu ainda que para período até 2023 “está garantido o aluguer de 60 meios aéreos sem necessidade de contratos adicionais.”
De referir ainda que desde 2017 que é à Força Aérea que cabe a gestão dos meios do Estado para o combate aos Incêndios Florestais.