Início Opinião Graça Amiguinho Mais vale prevenir do que remediar

Mais vale prevenir do que remediar

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Ditado popular que em si encerra toda a sabedoria que deveria ser norma de vida para toda a gente, sem exceção.

Costuma também dizer-se que «depois da casa arrombada, trancas na porta!»

E ainda sobre o primeiro adágio, se diz que «homem prevenido vale por dois!»

Portugal já passou por tempos muito difíceis e todos sentimos na pele o peso dos impostos, a falta de emprego, a necessidade dos nossos filhos emigrarem em busca de melhores condições de vida, os cortes na educação, na saúde, na cultura, nas pensões e nas obras públicas.

Só com uma nova política encetada pelo atual governo e com as decisões tomadas, foi possível recuperar o respeito e a confiança dos nossos parceiros na CEE e até no resto do mundo, atingindo metas há muito consideradas impossíveis e conseguindo alguma melhoria de vida da população com a redução do desemprego, o aumento das exportações e do turismo, sendo Portugal um país recomendado como aprazível, tranquilo e berço histórico digno de registo.

“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Não é preciso ser licenciado em economia para entender que tudo leva o seu tempo e nada surge, milagrosamente, de um dia para o outro.

Os contestatários, aqueles que nada fizeram para a mudança de paradigma, continuam na praça pública erguendo as bandeiras de defensores dos mais fracos quando, no tempo em que o poderiam ter feito, nada fizeram e taparam os olhos e os ouvidos, olhando e ouvindo apenas os poderosos e apoiando desmedidamente os seus interesses.

É verdadeiramente lamentável a falta de coerência e de memória de alguns que tentam, permanentemente, iludir com palavras hipócritas, o povo.

Evidentemente que haverá situações pontuais em que os nossos governantes possam cometer alguns lapsos mas uma coisa é certa, estão atentos e procuram agir de forma a minimizar qualquer dano.

Os professores têm razão ao reclamarem o seu tempo de serviço que desejam e têm direito de ver contado para efeitos de progressão nas carreiras, os profissionais de saúde mal pagos merecem melhor recompensa pelo seu esforço, os trabalhadores precários têm igualmente razão ao quererem a sua legalização, os trabalhadores com recibos verdes já sofreram bastante com a falta de direitos, a cultura deve ser apoiada pois é o garante de uma civilização, os doentes devem ser atendidos com a brevidade que os problemas exigem, enfim, um grande número de situações em debate que é urgente ter soluções sustentáveis para elas.

Contudo, é preciso não esquecer que todas estas carências foram agravadas pelo tempo de recessão que passámos e para o qual os governantes de então não conseguiram uma solução, deixando marcas muito negativas em toda a nossa sociedade.

É de louvar o que está sendo feito para salvaguardar a floresta, as pessoas e os seus bens no caso de ocorrer alguma catástrofe. Penso que Portugal está tomando iniciativas que poderão demover os incendiários cobardes de agir, pois será montada uma grande ação de vigilância e acompanhamento das regiões mais vulneráveis e atacadas sem dó nem piedade por gente sem escrúpulos.

Além disso, as populações serão também sensibilizadas por agentes preparados que lhes transmitirão os cuidados a observar na prevenção e na forma de atuação em caso de incêndio.

Em vários sectores de atividade o governo da Nação procura estar atento aos problemas e, juntamente com os parceiros sociais, tomar as medidas necessárias para que a paz possa reinar e o progresso seja visível.

Certamente que a maioria da população portuguesa deseja viver melhor, ter melhores condições de acesso à saúde, melhores escolas, professores felizes para guiarem os seus filhos. Todos podemos dar o nosso contributo valorizando as conquistas feitas e incentivando o governo a fazer mais e melhor pelo bem de todos.

A crítica positiva é aceitável e desejável. A mentira e a hipocrisia são detestáveis. Que os portugueses estejam atentos e saibam discernir quem zela pelos seus interesses.

Que o tempo que se avizinha seja de bem-estar para todos e que a natureza seja benigna, afastando os perigos que possam causar sofrimento e destruição.