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Opinião de Graça AmiguinhoHá ditados populares que, demos as voltas que dermos, voltam à baila, em qualquer altura.

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Este tempo de incerteza, dúvida e solidão, é propício à penetração de preconceitos e medos, que nos derrubam e tornam os dias da humanidade, um autêntico pandemónio, dias de sofrimento inqualificáveis e de consequências imprevisíveis.

Não bastava o medo que se apoderou de tanta gente, adicionado a um sofrimento antecipado, entregando-se uma maioria, a um isolamento sem precedentes, inibindo-se de ver, de perto, os familiares mais próximos, com receio de ser contaminada por um vírus altamente destruidor, senão, agora, o receio de que, uma vacina, que deveria trazer alguma tranquilidade e desejo de normalidade, seja posta em causa a sua eficiência e, pior ainda, possa causar uma morte súbita.

Afinal, como devemos reagir, perante dúvidas tão avassaladoras?

A quem poderemos confiar a nossa vida?

Quem poderá cuidar, na verdade, da nossa saúde?

“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

A quem estamos entregues?

Somos apenas números de uma estatística ou temos ainda a nossa identidade e sentimos a nossa liberdade salvaguardada?

Haverá, efetivamente, razões fortes para duvidar das boas intenções de quem nos quer ajudar a defender do Covid19?

Estarão, por detrás de tudo o que se está a passar, interesses económicos que se querem sobrepor ao bem comum?

Qual a melhor atitude a tomar?

Perante a dúvida da eficácia ou dos danos que pode causar uma vacina, quais os nossos direitos?

Correm rumores de que, em Portugal, quem se negar a tomar a dita vacina, perderá a sua oportunidade e ficará para último lugar.

Até que ponto, isso será legal?

Creio que, o Estado Português, ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Contudo, a polémica está instalada, o medo grassa e o risco de surgirem mais infeções, não poderá ser minimizado, numa altura em que tudo parece estar mais controlado, com a redução do número de infetados e de mortes por Covid19.

Que devemos fazer das nossas vidas?

Em quem confiar?

Não queremos morrer da doença, mas também não temos a mínima vontade de morrer da cura…