Início Opinião Graça Amiguinho O menino da Ilha da Madeira, CR7

O menino da Ilha da Madeira, CR7

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É da linda ilha da Madeira, a «pérola do Atlântico», o português mais falado por ser o melhor jogador de futebol do mundo, embora a sua categoria seja motivo de invejas desmedidas e incontroláveis.

Como figura de renome mundial, todo o mundo tem os olhos postos nele e, os seus inimigos, porque os tem, não são poucos e são poderosíssimos, de cada circunstância menos boa fazem um cavalo de batalha para destruírem o «Ídolo» de milhões de homens e mulheres deste planeta que habitamos.

Não sei se a fama dele já terá chegado a outros planetas ou se as estrelas que o têm iluminado numa carreira brilhante, estão cansadas de o fazer, pois parece pairar sobre o nosso rapaz uma nuvem espessa.

A fama e o dinheiro não trazem só coisas boas nem conseguem garantir a felicidade eterna.

Todos os poderosos têm à sua volta tentações e seduções num grau muito superior ao que enfrenta qualquer cidadão comum.

Saber controlar os desejos, ter a capacidade e clarividência para se afastar dos perigos, não é privilégio de ninguém.

«Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra!»- disse Jesus, quando o povo, enfurecido, queria apedrejar a mulher adúltera.

O nosso Madeirense tem tido ousadias próprias de quem tudo pode, pois sabemos que tem três filhos, «órfãos » de Mãe, pagos a preço de ouro, cujas gestantes, anónimas, esperamos que não venham a rasgar os contratos para lhe extorquírem mais dinheiro.

Cada um tem direito a viver a vida que deseja e, quem somos nós para estabelecer as nossas regras de comportamento, a quem quer que seja?

“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Tenho manifestado o meu repúdio, como mulher, à atitude oportunista da mulher que, ao fim de nove anos, vem para a praça pública pedir justiça, quando, justa ou injustamente, recebeu uma quantia, certamente, pedida por ela, para se calar sobre o assunto.

Quem poderá saber se a acusadora do senhor X, cujo nome não aparece no contrato, não foi molestada sexualmente pelo cliente que se seguiu, pois era ou é ainda, essa a sua forma de vida, certamente mais rentável do que ser professora.

Quem nos garante que o «maior jogador do mundo» não foi usado por essa mulher, em conluio sabe Deus com quem, para extorquir essa verba?

Porquê tantos anos de silêncio?

Só porque agora aparecem todas as «virgens púdicas» a queixar-se de violações e assédio sexual?

Quererão as mulheres, nestes tempos que correm, lavar os seus pecados e incriminar quem lhes alimentou os luxos e vícios, durante anos e anos?

Quantas mulheres terão traído os seus maridos para viverem no fausto e poderem chegar onde, por meios próprios, nunca chegariam?

Quantas vidas falsas andam por aí!

Postos na balança, penso que há mais mulheres a prevaricar por dinheiro, do que homens.

Sou mulher mas não acredito na santidade das mulheres que querem parecer «santinhas».

Sei que há homens que tentam comprar o prazer sexual sem amor. Mas também, todas sabemos que, «a mais velha profissão do mundo é a prostituição».

Se todas as mulheres soubessem controlar os seus instintos, soubessem dignificar o seu corpo, ninguém lhes tocaria sem elas o desejarem.

Não há mulher que não tenha sido assediada, eventualmente…mas há mulheres que souberam manter a sua reputação e dignidade, perante o assédio, enquanto outras, lhes deu jeito ir nessa onda.

Desejo, sinceramente, que esta mancha que querem derramar sobre a vida de um português que todos estimamos, ou quase todos… seja limpa e justificada a sua inocência sem que a força dos seus inimigos consiga destruir a sua carreira gloriosa, ganha com arte, trabalho e disciplina.

Muitas mulheres de Portugal estão a teu lado, Cristiano Ronaldo!

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