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Opinião de Graça AmiguinhoHá gente que na vida nunca pensou fazer mais do que o trivial para sobreviver e há os que, de mão beijada, tudo têm e nada lutaram para o conseguir.

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São esses os maiores críticos dos que avançam, querem inovar, vivem a sua vida pensando no bem comum, assumem responsabilidades, enfrentam tempestades e seguem de cabeça erguida, tranquilos, porque tudo fazem, tudo tentam resolver, da melhor forma, para ultrapassar barreiras, em busca da paz perdida.

Portugal não é o único país na luta contra uma pandemia que alastra a olhos vistos por todo o mundo.

As más notícias sucedem-se em catadupa e sentimos que todos estamos no mesmo barco, barco este, que pessoas conscientes da realidade não querem ver afundar.

Para que o pior não aconteça, os responsáveis dos governos das nações, decretam leis que limitam a liberdade de movimento das pessoas, leis que prejudicam grandemente o comércio, a hotelaria, o turismo, a cultura, o ensino e provocam mais e mais desemprego.

Mas haverá outras alternativas, quando sabemos que o vírus se propaga de humano para humano, quanto mais próximos uns dos outros, estivermos?

Vêm os críticos de tudo e de nada, os tais “treinadores de bancada” dar os seus palpites, censurar os horários de confinamento em Portugal, quando noutros países se faz o mesmo?

O que pretendemos, afinal?

“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Defender-nos do vírus, evitar os convívios, sofrermos o isolamento, ou entupirmos as urgências dos Hospitais, morrer, porque não haverá condições para todos se salvarem?

Por muito que nos custe aceitar as limitações impostas, por muito que sofram as pessoas que estão sem trabalho, por muito que se destruam os pequenos negócios ao terem que fechar as portas, haverá dias melhores, haverá esperança e serão encontradas soluções que podem tardar, mas virão, para os que ficarem, depois da pandemia ser exterminada.

Para que tu, eu, todos nós, consigamos ultrapassar este tempo, teremos que ser ordeiros, respeitadores das regras impostas para o bem comum.

Se o não fizermos, o número de mortes tomará proporções alarmantes e não poderemos voltar atrás.

Que os mais revoltados e contestatários se lembrem que o vírus os aplaude, mas também fará deles suas vítimas e reféns.

Errar é humano, prever o futuro é impossível.

Deixemo-nos governar por quem nos governa e deseja acautelar-nos de uma desgraça maior.

Procuremos ocupar-nos de uma forma agradável. Há tanta coisa que gostaríamos de ter feito e não fizemos, tantos sonhos por concretizar. Saibamos tirar partido dos dias que vivemos.

Só com saúde, tudo é possível.

A todos desejo o melhor do mundo!