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É hora de saudar a vontade política do governo do Dr António Costa em reforçar o estímulo de aprendizagem e valorização de competências, daqueles que, por motivos diversos, não puderam continuar os estudos e ficaram com menores qualificações, impedindo-os de alcançarem um melhor emprego e, consequentemente, melhores condições de vida.

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Portugal não pode conformar-se e tem que ter condições de competir no mercado de trabalho, dentro ou fora do nosso território.

O povo português merece ser estimulado e apoiado a ter um nível cultural que lhe permita ter novas oportunidades de vida.

“Canto a minha terra, a minha gente ! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Sem conhecimentos, mergulhado na ignorância e futilidade, ninguém pode ser um cidadão pleno.

A Escola nem sempre tem oferecido as condições necessárias para que cada um obtenha o máximo rendimento das suas capacidades cognitivas.

A Família tem sofrido na última década, convulsões que terão reflexos gravíssimos. São sempre os mais novos a sofrer com as crises. Famílias desempregadas, sem condições de sobrevivência, como poderiam dar aos filhos o que não tinham?

Esta nova oportunidade de valorização académica trará um novo ânimo aos jovens sem qualificação ou com qualificações inacabadas e, naturalmente, o País ficará mais rico visto ser a Cultura o maior bem de um Povo!

Faço votos que o reacender do Projeto Qualifica, há anos iniciado e atrofiado nos últimos quatro anos, seja um sucesso, um incentivo, um estímulo para quem a ele recorrer.