Regresso às aulas em 2022

Opinião - Graça Amiguinho
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Após um período mais longo de férias forçadas, devido ao perigo de contágio do devastador vírus, que teima em nos incomodar, crianças e jovens regressam às aulas, com medidas de precaução que os salvaguardem da propagação da doença.

Atravessamos tempos difíceis, pois tudo pode mudar de um momento para o outro. O medo instala-se na mente de muita gente, a revolta também encontra terreno para crescer e os mais cuidadosos tentam, por todos os meios, acautelar-se e acautelar as suas famílias e as pessoas com quem convivem, regularmente, para que a normalidade se restabeleça e se possa viver sem grandes condicionalismos e contingências.

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Prever o futuro é coisa de deuses e não de humanos. Mas sempre se ouviu dizer que “homem prevenido, vale por dois”.

Assim sendo, milhares de crianças, com consentimento dos pais, foram vacinadas para que, na eventualidade de contraírem a doença, lhe possam resistir e não sofrer as consequências mais graves, que a mesma pode provocar.

A par dessa medida, professores e auxiliares de educação foram chamados a completar a terceira dose da vacina, para que estejam prevenidos contra eventuais situações que possam surgir e que prejudicarão o bom funcionamento das escolas.

Viver em Democracia exige que a liberdade de cada cidadão seja respeitada e, uma vez mais, esse princípio prevalece, visto que, nem todos os pais, deste país, levaram os seus filhos a tomar esta vacina contra o Covid-19 e não podem ser penalizados por não o fazerem.

Veremos como se sentirão as crianças não vacinadas, misturadas com aquelas que os encarregados de educação decidiram, ser necessário vacinar, para maior segurança.

educaçãoA liberdade também acarreta responsabilidade. Quando se trata de menores de idade, são os seus progenitores a ter que assumir as consequências das suas escolhas.

O tempo nos irá mostrando os resultados das opções tomadas e quem serão os donos da verdade.

Que estas situações não conduzam a segregações e discriminações exercidas sobre as crianças não vacinadas, as quais não são responsáveis de nada, podendo, antes, ser vítimas de ideais que não entendem e não lhes trarão qualquer benefício.

Desejo, sinceramente, que as aulas decorram com a maior normalidade possível, sem paragens que tragam graves consequências ao desenvolvimento intelectual e afetivo dos alunos e uma preocupação acrescida aos professores, pela impossibilidade de conduzirem o seu trabalho, com sucesso.

Feliz 2022!