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Muitas vezes, por ansiedade ou mesmo fobia social, recusamos participar em eventos sociais, desportivos, artísticos, culturais ou outros, porque temos o foco concentrado em nós.

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Se ao invés, focarmos no nosso interlocutor e no nosso público nesse tal evento social, desportivo, artístico, cultural ou outro, talvez se torne mais fácil aceitar o convite.

O mesmo se passa em plena sala de aula seja na escola, na universidade ou na aprendizagem ao longo da vida. Na hora de levantarmos o braço para participar com a nossa opinião, pensamento, crítica ou crença, focamos no nosso corpo: a cara vai ficar vermelha, a voz vai tremer, as mãos e as pernas vão formigar, os olhos vão lacrimejar, os ouvidos vão ficar com ruído…e o pensamento vai ficar confuso.

Porquê? Porque se dá uma hiperconcentração no próprio e não no seu interlocutor e em quem o rodeia.

Se, ao invés, pensarmos que a nossa participação aumentará a auto-confiança do nosso interlocutor e o conhecimento de quem nos rodeia, talvez se torne mais fácil.

Maria Pimenta de Brito
Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva