Opinião - Graça Foles Amiguinho
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As redes sociais têm trazido ao meu conhecimento, pessoas de grande cultura, com as quais tenho criado verdadeiros laços de amizade e partilha

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Há uns anos, comecei a relacionar-me, virtualmente, com este grande amigo de Portugal.

Quando organizei a Colectânea Eurocidade, Badajoz, Elvas, Campo Maior, em 2019, convidei-o a participar e, de imediato, respondeu ao meu apelo.

Em 2020, convidei-o a fazer o Prefácio da Colectânea Raia Luso Espanhola e foi com o mesmo agrado e disponibilidade que me acolheu.

Quando se fez o Lançamento da Obra, preparámos uma Visita ao Forte da Graça com guia e foi este grande estudioso da nossa História, o amável Professor Moisés Cayetano Rosado, que nos falou, com encanto e sabedoria, de todos os factos históricos relacionados com esta “Jóia da Coroa” conhecida mundialmente, como Património da Humanidade.

A nossa próxima Colectânea, CULTURA SEM FRONTEIRAS, que será lançada no mês de setembro, tem a honra de continuar a contar a sua preciosa participação.

Este meu amigo tem por hábito fazer belíssimas reportagens fotográficas dos passeios que dá em Portugal, que percorre de lés a lés, muitas vezes com amigos seus, que nos ficam a conhecer melhor.

O seu interesse pela nossa História, o nosso Passado e o nosso Presente, são dignos da nossa gratidão e admiração.

Como prova de todo o seu apreço por Portugal, temos, neste momento, a grande oportunidade de ler a sua última obra literária e histórica, sobre um herói português dos nossos dias:Salgueiro Maia, de Misés Cayetano Rosado

SALGUEIRO MAIA- DAS GUERRAS EM ÁFRICA À REVOLUÇÃO DOS CRAVOS” com Prefácio do Senhor Presidente da República, Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.

Ter amigos assim, não é apenas uma honra, mas é muito mais.

São verdadeiros mananciais de sabedoria que jorram, com simplicidade, sem nada pedirem em troca, e que tornam os nossos dias muito mais ricos e interessantes.

Cada dia, mais unidos nos sentimos aos nossos amigos do outro lado da fronteira, mais afinidades encontramos porque, afinal, as nossas raízes não secaram. Temos a nossa própria identidade, mas muito temos em comum e bem à vista.

Elvas, assim como todas as terras fronteiriças com Espanha, que digam, a faltam que têm sentido da presença dos nossos vizinhos, que tanto apreciam a nossa gastronomia, a simplicidade da nossa gente, a beleza da nossa terra.

Com amigos assim, sentimos que nunca estamos sós.

Ao meu simpático amigo Moisés Cayetano Rosado, desejo o maior sucesso e felicidade, como sinal de gratidão de Portugal.